Queima das Fitas
O final do ano de 2013 e este ano de 2014, ficou marcado por uma série de tragédias associadas às praxes académicas. Meco e Braga.Paralelamente, realizaram-se debates, escreveram-se artigos nos jornais, houve reportagens na tv, etc, etc.
Com esta agitação toda, infelizmente associada a várias tragédias, desejava que as pessoas repensassem os modelos de praxe em vigor. Praxes saudáveis que levem a uma verdadeira integração dos novos alunos, em vez de praxes de humilhação que apenas servem os interesses dos praxantes que procuram vingar-se de quem os praxou, em anos anteriores. Os códigos de praxe, são apenas letra morta porque não conseguem impedir o que se passa na realidade nas nossas cidades universitárias.
E o mais preocupante é a mentalidade e a atitude de alguns jovens universitários que acham normal as humilhações e consideram uma verdadeira forma de entrar no mundo real.Futuramente, este jovens serão uns cidadãos apáticos e subservientes perante o poder que esmagará os seus direitos e liberdades. Tudo em nome da aceitação passiva de uma hierarquia irracional e brutal.
Por isso e por tudo o mais, deverão os jovens estar atentos. Uma praxe de integração, sim. Uma praxe de humilhação, não.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Qual é o problema deste Vasco?
na infância tive um amigo chamado Vasco. Filho da vizinha. Uma pequena diferença de idades. Mas eramos amigos e por acaso a minha mãe, a saudosa D.Flora, chegou a tomar conta do Vasquinho.Chamava a minha mãe de Fofoia. cenas fixes do passado que ainda consigo recordar-me.
Além disso lembro-me do célebre Vasco Santana, com quem me ri bastante.Isto para não falar do nosso navegador, Vasco da Gama.Por isto tudo, este Vasco Pulido Valente, irrita-me bastante. Escreve umas crónicas no Jornal Público em que os assuntos abordados são sempre os mesmos. Uma espécie de mito do eterno retorno, em que a velha questão das esquerdas, do marxismo, 25 de Abril, socialistas, comunistas, etc, etc, estão sempre presentes. Na sua última crónica, acho que tive um ataque de riso.
Então, o senhor intelectual, Vasco Valente afirma que os esquerdistas e os marxistas lutam por sonhos perdidos ois a democracia burguesa triunfou e eles ainda não entenderam isso. E remata com um parágrafo sublime e de fino recorte literário. Afirma em tom absoluto que não vai mais perder nem um minuto com essas pessoas de esquerda, marxistas-leninistas, etc.
Então, o nosso intelectual assegura o seu ganha-pão, num jornal diário, onde se entretêm a « descascar forte e feio» nas ditas criaturas de esquerda e agora afirma que não vai perder nem mais um minuto com essa gente.
Pense bem, amigo Vasco Valente. Olhe que ainda fica desempregado, pois deixa de ter assunto para as suas crónicas habituais.Saudações revolucionárias, deste revolucionário de algibeira e de facebook.
na infância tive um amigo chamado Vasco. Filho da vizinha. Uma pequena diferença de idades. Mas eramos amigos e por acaso a minha mãe, a saudosa D.Flora, chegou a tomar conta do Vasquinho.Chamava a minha mãe de Fofoia. cenas fixes do passado que ainda consigo recordar-me.
Além disso lembro-me do célebre Vasco Santana, com quem me ri bastante.Isto para não falar do nosso navegador, Vasco da Gama.Por isto tudo, este Vasco Pulido Valente, irrita-me bastante. Escreve umas crónicas no Jornal Público em que os assuntos abordados são sempre os mesmos. Uma espécie de mito do eterno retorno, em que a velha questão das esquerdas, do marxismo, 25 de Abril, socialistas, comunistas, etc, etc, estão sempre presentes. Na sua última crónica, acho que tive um ataque de riso.
Então, o senhor intelectual, Vasco Valente afirma que os esquerdistas e os marxistas lutam por sonhos perdidos ois a democracia burguesa triunfou e eles ainda não entenderam isso. E remata com um parágrafo sublime e de fino recorte literário. Afirma em tom absoluto que não vai mais perder nem um minuto com essas pessoas de esquerda, marxistas-leninistas, etc.
Então, o nosso intelectual assegura o seu ganha-pão, num jornal diário, onde se entretêm a « descascar forte e feio» nas ditas criaturas de esquerda e agora afirma que não vai perder nem mais um minuto com essa gente.
Pense bem, amigo Vasco Valente. Olhe que ainda fica desempregado, pois deixa de ter assunto para as suas crónicas habituais.Saudações revolucionárias, deste revolucionário de algibeira e de facebook.
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