viandante
segunda-feira, 14 de maio de 2012
voltei novamente
de volta , e viajando. atento às manifestações sociais. os indignados...com fotografia no facebook.porque a hora actual é de protesto..
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
regresso
Voltei ao fim de algum tempo.preguiçoso.continuo a viajar, na minha rotina diária.trabalho,casa, trabalho.novo inter rail fica adiado para as calendas.mas escrever , vou tentar ser mais regular.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Férias2011
já passaram dois anos sobre as minhas férias em viagem interrail. não tenho escrito nada . mas continuoa viajar todos os dias e por isso teria sempre material para escrever. tento, mas se calhar com pouca convicção, convencer os meus familiares mais próximos a fazer pequenas viagens.vivemos todos muito separados. interesse vários, idades diversas, sexos diferentes. viajar sózinho têm um sabor mais especial, embora as relações com as outras pessoas, quer família, quer amigos também sejam importantes. mulher e filhos, sim. adquirimos responsabilidades. mas, a nossa verdadeira identidade.... onde fica. vou pensar nisso nos próximos tempos, e vou tentar escrever mais. deixar fotografias. em suma, vou andar por aí, como dizia o outro.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
InterRail- Imagens de Paris
Notre Dame de Paris
Junto ao Arco de Triunfo
Junto ao Rio Sena
As gárgulas da Notre Dame
Junto à Píramede de Vidro/Louvre
Vista Nocturna do Sacré Coeur
Esfinge- Museu Louvre
O Pensador- Museu d` Orsay
Vista de Paris/ torre Eiffel a patir do Sacré-Coeur
Junto ao Arco de Triunfo
Junto ao Rio Sena
As gárgulas da Notre Dame
Junto à Píramede de Vidro/Louvre
Vista Nocturna do Sacré Coeur
Esfinge- Museu Louvre
O Pensador- Museu d` Orsay
Vista de Paris/ torre Eiffel a patir do Sacré-Coeur
domingo, 17 de abril de 2011
InterRail-Paris-11.3
No terceiro dia de Paris, visitei o museu do Louvre. Foram mais de duas horas, percorrendo aquelas galerias. A célebre Mona Lisa estava rodeada por um cordão de segurança. O quadro tinha um tamanho bem pequeno mas ali estava ocupando um lugar de destaque e concentrando as atenções de todos os visitantes.Gostei da visita.Como aprecio essencialmente escultura, gostei especialmente de algumas esculturas expostas, tal com a a famosa Venus de Milo e a Esfinge.
Por isso, depois de visitar o Louvre, aproveitei para visitar o museu d`Orsay ( antiga estação de comboios), onde havia uma colecção de esculturas de Rodin, nomeadamente o célebre « Pensador».
Nessa noite fui descobrir o bairro de Montmartre com as suas ruas estreitas e pitorescas. Lembrei-me novamente de Jim Morrison que por ali residiu. Imagino-o a percorrer aquelas ruas com artistas que utilizam os mais diferentes materiais para reproduzirem obras inéditas ou simplesmente paisagens de Paris, ou retratos de turistas.No dia seguinte, acabaria por subir à torre da Igrja de Sacré-Coeur, donde podia vislumbrar, uma vista magnífica de Paris.
No penúltimo dia visitei a igreja de Saint- Chapelle com os seus famosos vitrais, a Praça des Vosgues e o Centro George Pompidou, bastante conhecido pela sua arquitectura arrojada e por ser frequentado por bastantes jovens.Nos jardins em redor, pude observar alguns espectáculos de rua bastante interessantes.
À noite, dormi num hotel perto da estação de comboios. Visitei a zona de Montparnasse e percorri numa última despedida de Paris, alguns bares daquela zona da cidade.Queria divertir-me. Mas acabei por deixar-me embalar pela solidão e regressei ao quarto do hotel. A minha viagem era um encontro com a cultura e com o meu interior.Tentava também conhecer a arquitectura, escultura e pintura da velha Europa, ao vivo e de que tanto falei no meu curso de História de Arte, tirado na velha Universidade de Coimbra.
Na solidão do meu quarto de hotel, fiz um balanço desta viagem. Uma viagem diferente à descoberta da velha Europa, da sua cultura e das suas gentes.
No dia seguinte regressei a Portugal, no velho comboio Sud-Express.Uma viagem longa. Em Coimbra, estavam à minha espera os meus familiares. Uma viagem acabara neste mês de Agosto de 2009.Outras viagens iria começar. Nem que passasem de viagens à volta dos meus pensamentos.Em Coimbra. Ponto de partida e chegada de todas as minhas viagens.
Por isso, depois de visitar o Louvre, aproveitei para visitar o museu d`Orsay ( antiga estação de comboios), onde havia uma colecção de esculturas de Rodin, nomeadamente o célebre « Pensador».
Nessa noite fui descobrir o bairro de Montmartre com as suas ruas estreitas e pitorescas. Lembrei-me novamente de Jim Morrison que por ali residiu. Imagino-o a percorrer aquelas ruas com artistas que utilizam os mais diferentes materiais para reproduzirem obras inéditas ou simplesmente paisagens de Paris, ou retratos de turistas.No dia seguinte, acabaria por subir à torre da Igrja de Sacré-Coeur, donde podia vislumbrar, uma vista magnífica de Paris.
No penúltimo dia visitei a igreja de Saint- Chapelle com os seus famosos vitrais, a Praça des Vosgues e o Centro George Pompidou, bastante conhecido pela sua arquitectura arrojada e por ser frequentado por bastantes jovens.Nos jardins em redor, pude observar alguns espectáculos de rua bastante interessantes.
À noite, dormi num hotel perto da estação de comboios. Visitei a zona de Montparnasse e percorri numa última despedida de Paris, alguns bares daquela zona da cidade.Queria divertir-me. Mas acabei por deixar-me embalar pela solidão e regressei ao quarto do hotel. A minha viagem era um encontro com a cultura e com o meu interior.Tentava também conhecer a arquitectura, escultura e pintura da velha Europa, ao vivo e de que tanto falei no meu curso de História de Arte, tirado na velha Universidade de Coimbra.
Na solidão do meu quarto de hotel, fiz um balanço desta viagem. Uma viagem diferente à descoberta da velha Europa, da sua cultura e das suas gentes.
No dia seguinte regressei a Portugal, no velho comboio Sud-Express.Uma viagem longa. Em Coimbra, estavam à minha espera os meus familiares. Uma viagem acabara neste mês de Agosto de 2009.Outras viagens iria começar. Nem que passasem de viagens à volta dos meus pensamentos.Em Coimbra. Ponto de partida e chegada de todas as minhas viagens.
InterRail Paris-11.2
No dia seguinte, levantei-me cedo para visitar o centro de Paris, na zona do Arco de Triunfo.Passei pela Igreja de Madeleine com a sua imponente arquitectura exterior, lembrando um templo clássico grego. Passei pelo Palais Royal, pelo Louvre, jardim da Tulherias, Praça da Concórdia e o seu obelisco e caminhei pelo Champs Eliseés até ao Arco Triunfo.
Atravessei o rio Sena pela ponte Alexandre III e visitei o Petit Palais, Grand Palais e Palácio dos Inválidos. Atravessei novamente o rio Sena em sentido contrário, pelo Palácio Bourbon e voltei ao Jardim das Tulherias. Fiquei ali um pouco, vendo os jovens casais namorando e os pais passeando as crianças, ou simplesmente alguns franceses e turistas aproveitando os raios de sol do príncipio da tarde.Passei novamente, em frente ao Louvre, Arco do Carrossel, Píramede de Vidro e fui caminhando.Parei junto à Praça da Bastilha, onde me sentei numa esplanada.
Esta praça, que para muitos é considerada das zonas mais feias de Paris é uma zona com um significado especial.Têm um carácter popular, associado talvez à carga simbólica do derrube da antiga Prisão da Bastilha e início da revolução francesa.
O carácter festivo e revolucionário dos parisienses encontra-se aqui. Daqui partem as habituais manifestações sindicais.Aqui também se realizam as festas populares que antecedem as comemorações do 14 de Julho.
Continuei a minha caminhada e lá cheguei novamente ao ponto de partida de todas as minhas excursões em Paris.Notre-Dame.Deixei-me ficar por ali, contemplando as margens do rio Sena e onde se concentravam grupos de jovens, ouvindo música, conversando, comendo e bebendo e também namorando.
Na Íle de s. Louis, perto da Íle de la Citê, encontram-se grupos de músicos de rua, de vários géneros musicais.Na ponte de acesso à Ile de S. Louis, também encontramos massagistas de rua.
Voltei para a pousada. O ambiente estav um pouco mortiço. Não tinha ninguém com quem conversar. Saí novamente.Na zona de Pigalle, perto da pousada abundam bares nocturnos, night-clubes, ficando ali também o famoso Moulin-Rouge.
A zona está transformada numa autêntica montra de convite aos prazeres sexuais. Não estava interessado mas fui abordado várias vezes, por porteiros insistentes.Depressa me cansei e voltei para a pousada. Tentei dormir mas não era fácil. Começava a sentir-me cansado de dormir em sítios com poucas condiçoes de alojamento. A própria utilização da casa de banho, cujo chão não era limpo habitualmente e que era utilizado por várias pessoas, envolvia um máximo cuidado.A torneira do chuveiro deixava correr, apenas um pequeno fiozinho de água. Nada de especial. Em boa verdade, já tinha encontrado pousadas piores nos dias anteriores de viagem. Era o cansaço.Por isso, decidi que a última viagem antes do regresso a Coimbra, seria passada num hotel.
Atravessei o rio Sena pela ponte Alexandre III e visitei o Petit Palais, Grand Palais e Palácio dos Inválidos. Atravessei novamente o rio Sena em sentido contrário, pelo Palácio Bourbon e voltei ao Jardim das Tulherias. Fiquei ali um pouco, vendo os jovens casais namorando e os pais passeando as crianças, ou simplesmente alguns franceses e turistas aproveitando os raios de sol do príncipio da tarde.Passei novamente, em frente ao Louvre, Arco do Carrossel, Píramede de Vidro e fui caminhando.Parei junto à Praça da Bastilha, onde me sentei numa esplanada.
Esta praça, que para muitos é considerada das zonas mais feias de Paris é uma zona com um significado especial.Têm um carácter popular, associado talvez à carga simbólica do derrube da antiga Prisão da Bastilha e início da revolução francesa.
O carácter festivo e revolucionário dos parisienses encontra-se aqui. Daqui partem as habituais manifestações sindicais.Aqui também se realizam as festas populares que antecedem as comemorações do 14 de Julho.
Continuei a minha caminhada e lá cheguei novamente ao ponto de partida de todas as minhas excursões em Paris.Notre-Dame.Deixei-me ficar por ali, contemplando as margens do rio Sena e onde se concentravam grupos de jovens, ouvindo música, conversando, comendo e bebendo e também namorando.
Na Íle de s. Louis, perto da Íle de la Citê, encontram-se grupos de músicos de rua, de vários géneros musicais.Na ponte de acesso à Ile de S. Louis, também encontramos massagistas de rua.
Voltei para a pousada. O ambiente estav um pouco mortiço. Não tinha ninguém com quem conversar. Saí novamente.Na zona de Pigalle, perto da pousada abundam bares nocturnos, night-clubes, ficando ali também o famoso Moulin-Rouge.
A zona está transformada numa autêntica montra de convite aos prazeres sexuais. Não estava interessado mas fui abordado várias vezes, por porteiros insistentes.Depressa me cansei e voltei para a pousada. Tentei dormir mas não era fácil. Começava a sentir-me cansado de dormir em sítios com poucas condiçoes de alojamento. A própria utilização da casa de banho, cujo chão não era limpo habitualmente e que era utilizado por várias pessoas, envolvia um máximo cuidado.A torneira do chuveiro deixava correr, apenas um pequeno fiozinho de água. Nada de especial. Em boa verdade, já tinha encontrado pousadas piores nos dias anteriores de viagem. Era o cansaço.Por isso, decidi que a última viagem antes do regresso a Coimbra, seria passada num hotel.
InterRail-Paris-11.1
Quais foram os locais que visitei em primeiro lugar, neste meu primeiro dia em Paris.Osa famosos cemitérios de Paris. Os cemitérios de Paris são autênticos locais turísticos. Principalmente, os cemitérios de Montparnasse e de Pére-Lachaise.No primeiro estão sepultados artistas, cientistas e intelectuais famosos como Alexandre Dumas, Pasteur, Jean Paul Sartre e Simone Beauvoir.No cemitério de Pére-Lachaise, encontramos Vitor Hugo e Jum Morrison.
A visita a este cemitério e principalmente à sepultura do célebre cantor dos Doors, constituia um velho desejo de juventude. Na entrada, recusei a planta do cemitério que o recepcionista me quis vender. Haveria de descobrir sózinho, ou com a ajuda de outros visitantes a sepultura de célebre cantor.
Demorei algum tempo, pois o cemitério é enorme mas após uma ultima informação de um casal de argentinos, lá descobri a famosa sepultura. Um cordão de segurança à volta da sepultura e um funcionário do cemitério vigiavam os turistas que de forma ordeira tiravam fotografias à famosa campa.Já lá não estava, um pequeno busto em pedra que constava das fotografias alusivas ao cantor.Bem, pensei com este aparato de segurança, os mais fervorosos também não podem fumar um charro e beber umas cervejunhas, junto à campa do Jim.Era uma forma de homenagem que se tornara comum a uma pessoa que se tornou mais famosa pelos excessos que cometeu, do que pela música e poesia que produziu.E que se tornou num ícone da juventude e rebeldia.E que a sociedade moderna e consumista absorveu de forma eficaz.Voltaria a lembrar-me do Jim Morrison, uns dias mais tarde ao percorrer as ruas do bairro de Montmartre.
Neste primeirodia, ainda arranjei tempo para visitar a catedral de Notre-Dame.Um ex-libris da cidade. Foi a partir dali que nasceu a cidade de Paris. A catedral e toda a zona envolvente, passaram nos dias seguintes a ser o ponto de partida, para as minhas descobertas da cidade.
A catedral de Notre-Dame têm um carácter simbólico. É uma das mais antigas catedrais francesas, em estilo gótico.Ali foi coroado imperador de França, Napoleão Bonaparte e mais tarde foi beatificada a heroína francesa Joana d`Arc. Juntando a isso, o romantismo literário de Vitor Hugo, com a sua « Notre-Dame de Paris».
Por momentos, olhando para a impressionante fachada e também para as gárgulas suspensas em redor do edifício, e fechando os olhos por momentos, conseguia imaginar a figura do Corcundade Notre Dame lá no alto, olhando e desafiando os habitantes de Paris.
Permaneci naquela zona até ao cair da noite e tirei várias fotografias da catedral Notre -Dame, do rio Sena e de alguns monumentos, como o Hotel de Ville, Saint-Chapelle e ao longe a Torre Eiffel.
A visita a este cemitério e principalmente à sepultura do célebre cantor dos Doors, constituia um velho desejo de juventude. Na entrada, recusei a planta do cemitério que o recepcionista me quis vender. Haveria de descobrir sózinho, ou com a ajuda de outros visitantes a sepultura de célebre cantor.
Demorei algum tempo, pois o cemitério é enorme mas após uma ultima informação de um casal de argentinos, lá descobri a famosa sepultura. Um cordão de segurança à volta da sepultura e um funcionário do cemitério vigiavam os turistas que de forma ordeira tiravam fotografias à famosa campa.Já lá não estava, um pequeno busto em pedra que constava das fotografias alusivas ao cantor.Bem, pensei com este aparato de segurança, os mais fervorosos também não podem fumar um charro e beber umas cervejunhas, junto à campa do Jim.Era uma forma de homenagem que se tornara comum a uma pessoa que se tornou mais famosa pelos excessos que cometeu, do que pela música e poesia que produziu.E que se tornou num ícone da juventude e rebeldia.E que a sociedade moderna e consumista absorveu de forma eficaz.Voltaria a lembrar-me do Jim Morrison, uns dias mais tarde ao percorrer as ruas do bairro de Montmartre.
Neste primeirodia, ainda arranjei tempo para visitar a catedral de Notre-Dame.Um ex-libris da cidade. Foi a partir dali que nasceu a cidade de Paris. A catedral e toda a zona envolvente, passaram nos dias seguintes a ser o ponto de partida, para as minhas descobertas da cidade.
A catedral de Notre-Dame têm um carácter simbólico. É uma das mais antigas catedrais francesas, em estilo gótico.Ali foi coroado imperador de França, Napoleão Bonaparte e mais tarde foi beatificada a heroína francesa Joana d`Arc. Juntando a isso, o romantismo literário de Vitor Hugo, com a sua « Notre-Dame de Paris».
Por momentos, olhando para a impressionante fachada e também para as gárgulas suspensas em redor do edifício, e fechando os olhos por momentos, conseguia imaginar a figura do Corcundade Notre Dame lá no alto, olhando e desafiando os habitantes de Paris.
Permaneci naquela zona até ao cair da noite e tirei várias fotografias da catedral Notre -Dame, do rio Sena e de alguns monumentos, como o Hotel de Ville, Saint-Chapelle e ao longe a Torre Eiffel.
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